Calibração de Vidrarias

0 Coment.

INTRODUÇÃO A vidraria volumétrica deve ser calibrada como forma de garantir maior precisão nos volumes contidos ou transferidos. O erro devido ao uso de um valor de volume inexato altera o resultado da análise química e deve ser levado em consideração e, se possível, determinado e corrigido. Ex: Uma pipeta de 25 mL não terá exatos 25 mL de volume sendo capaz de liberar um volume maior ou menor que este valor.

A determinação do volume exato contido ou transferido por uma vidraria é chamado de aferição. A calibração de vidrarias é efetuada com base no cálculo de massa transferida ou contida no recipiente, sendo a conversão entre massa e volume efetuada pela densidade.

A água é considerada o líquido padrão para a calibração de vidrarias e deve sempre se atentar à temperatura do líquido no momento da calibração para que através de tabela adequada se possa utilizar o valor correto de densidade é possível relacionar a massa de água contida ou transferida pela vidraria com o volume exato correspondente.

OBSERVAÇÕES IMPORTANTES
* TEMPO DE ESCOAMENTO DE UMA PIPETA OU BURETA:
O tempo de escoamento deve ser tal que o escoamento livre do líquido não ultrapasse um minuto e não seja inferior a 10 segundos. Se o escoamento for muito rápido, o diâmetro de abertura da ponta deve ser diminuído convenientemente. Se for muito lento, torna-se necessário aumentá-lo (lixar levemente a ponta) até que o tempo requerido seja obtido.
* TEMPERATURA DA CALIBRAÇÃO:
O ato de se pesar um objeto cuja temperatura seja diferente da do ambiente provoca um erro significativo na medida. O equilíbrio térmico é atingido se, de tempos em tempos, a medida de temperatura da água não varia. Erros devidos a diferenças de temperatura têm sua principal origem nas correntes de convecção que se formam dentro da balança no momento da pesagem devendo-se, quando possível, isolar a balança em uma sala adequada.
* LIMPEZA DAS VIDRARIAS:
As marcas de volume em qualquer aparelho volumétrico são feitas pelo fabricante com um nível de limpeza rigoroso. Este nível deve ser mantido no laboratório. Somente superfícies de vidros limpas sustentam um filme uniforme de líquido. Poeira ou óleo rompe este filme. Portanto, a existência de ruptura no filme é uma indicação de uma superfície“suja”.
* SUCÇÃO DE LÍQUIDO:
O líquido é levado até a pipeta da aplicação de um vácuo reduzido. Sua boca nunca deve ser usada para sucção, já que há possibilidade de ingerir acidentalmente o líquido sendo pipetado. Ao invés da boca, deve-se usar uma pêra de borracha ou um tubo de borracha conectado à trompa de vácuo.
* MENISCO: A superfície de um líquido confinado num tubo estreito exibe uma curvatura marcante, chamada menisco. É comum utilizar a parte inferior do menisco como ponto de referência na calibração e no uso de qualquer equipamento volumétrico. Ao se ler volumes, seu olho deve estar no nível da superfície do líquido para assim evitar erros devido à paralaxe.
Fonte: TrabalhosFeitos
Facebook
Twitter
LinkedIn
Google+
http://www.labast.com.br/calibracao-de-vidrarias/
Seguir por E-mail
Importância do setor magistralBrasil não faz testes surpresa desde julho

Responder

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *